sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Quando o tesão é despertado

Sou o que se pode dizer de um homem normal, estou na faixa dos 40 anos, atualmente morando em Curitiba, tenho um bom emprego e uma boa vida social, hoje estou no segundo casamento, e tanto minha mulher, com a ex bem como meus amigos não suspeitam de minha bi-sexualidade. Prefiro ser assim, pois mesmo com toda a modernidade das pessoas existem muitas discriminações. Formado em Educação Física, sempre gostei de esportes, mas não sou do tipo sarado como dizem, atualmente afastado das atividades físicas pôr trabalhar em outro segmento, até ganhei uns quilinhos extras, o que não aparece muito em vista de eu ser alto (1.80m), sou muito vaidoso, tenho coxas grossas, uma bela bunda e sou bem dotado, dizem que sou gostoso. Na adolescência, tive muitas namoradas e também contatos com alguns amigos, que se não foram muitos, mudaram significativamente minha vida, despertando-me para o prazer com o mesmo sexo. Nesta época morando no interior do estado, vínhamos muito para Curitiba participarmos dos Jogos Escolares. Tinha um amigo que sempre achei um tesão, M. sempre fazíamos muitas brincadeiras e como estávamos fora de nossa cidade, procurávamos sair para curtir bons momentos. Certa noite após os jogos, estávamos comemorando num bar de um parque da cidade em uma turma, quando conhecemos uns caras com aparência distinta e depois de muita cerveja fomos convidados para uma festinha na casa de um deles. Chegamos em uma casa muito bonita, nestas alturas imaginamos o que seria a tal festinha, e o desejo de nossos anfitriões, que seriam homossexuais afim de um programa. Como estávamos em turma e afim de farra cada um foi encontrando seu par, em uma aproximação natural. Fiquei com um homem muito bonito, chamava-se Milton, devia ter seus 40 anos, logo cada par procurou um quarto, buscando mais privacidade. Milton, muito experiente, desde o início deixou-me a vontade, eu tinha no encontro o propósito de atuar como ativo e iniciamos uma troca de carícias procurando atiçar ainda mais nosso tesão, ele tinha uma bunda gostosa e um belo cacete. Depois de eu receber uma bela chupada, também procurei sem muita experiência colocar o pau de Milton em minha boca iniciando um 69, com muito tesão ele procurou ficar de bruços e eu busquei seu cuzinho, tentando comê-lo, mas não conseguia penetrá-lo, naquela época, eu tinha problema de fimose, depois operei e minha vida sexual mudou completamente. Foi quando Milton vendo que estava difícil a penetração pediu-me para ele me comer, elogiou minha bunda e disse que estava muito afim de mim, fiquei preocupado, pois até então não tinha transado com nenhum homem, apenas rolavam brincadeiras entre garotos, embora eu sempre tivesse a curiosidade de experimentar um belo cacete como aquele. Estava muito excitado e apesar de o pau de Milton ser bem grande e grosso, acabei deitando e empinando a bunda, dando-lhe sinal verde, ele veio pôr cima de mim passou um gel no meu cuzinho e no seu pauzão, em seguida iniciou uma penetração com muito carinho. Senti uma dor muito intensa no início, não estava acostumado com tal calibre, mas ele foi colocando devagar, esperando meu cuzinho acostumar-se com seu cacetão, a dor foi passando e ele usando toda sua experiência me comeu muito gostoso, logo eu estava rebolando e sentindo sua bolas baterem em minhas coxas, procurava empurrar a bunda contra seu pau, e gozei muito gostoso melando todo o lençol, ele gozou junto comigo deixando meu rabo cheio de porra. Ao sairmos do quarto e nos encontrarmos na sala da casa, meus amigos achavam que eu tinha sido o ativo, fato muito importante para a masculinidade da época, Milton elogiou muito meu desempenho, mas só nós dois sabíamos o que tinha rolado e como foi bom. Durante os Jogos Escolares estávamos alojados num colégio e dormíamos em colchões espalhados numa sala de aula, quem participou destes eventos sabe a farra que rolava, ao meu lado dormia meu amigo M. Tarde da noite, quando todos já estavam dormindo M. procurou-me e disse bem baixinho que estava com uma íngua, levando minha mão dentro de suas cobertas, logo pude constatar que a "íngua" era seu cacete que estava duro, ele procurou tocar-me também e sentiu meu pau endurecendo, o medo de que poderia estar alguém acordado deixou-nos ainda mais excitados, o tesão foi demais, o que aconteceu foi inesquecível, depois de masturbarmos um ao outro, virei de lado dando-lhe minha bunda, ele foi abaixando meu calção e colocou um dedo em meu buraquinho, sentiu que estava melado e perguntou o que era, como não existia segredos entre nós, contei-lhe a verdade: eu tinha dado para o Milton em nossa saída, ele pelo jeito ficou com mais tesão e pela segunda vez naquela noite fui penetrado, lubrificou seu cacete com a porra do outro, procurando não acordar ninguém transamos até de madrugada, depois desta experiência tive outros relacionamentos, foram bem poucos, procuro ser extremamente discreto e não é fácil encontrar pessoas para este tipo de relacionamento sem dar bandeiras, tenho voz e jeito de homem, mas entre quatro paredes... Existem outras histórias muito marcantes que passei e que com tempo, irei contar à vocês. Estou a disposição dos interessados para trocarmos e-mails e quem sabe...




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