NOVAS POSTAGENS

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

MEU PINTOR FAVORITO (ENVIADO)

Caraca esse cara aí tem sorte, imagina o anal *-*



Foto enviada por um USUÁRIO, envie você também, flagras, fotos e vídeos CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Meu primo

Três anos depois eu estou morado na casa de minha avó, quando meu primo aparece e pedi pra mminha avó se ele pode ficar uns tempo ali minha avó diz que tudo bem mas que só tem um quarto e uma cama de casal e que ele tinha que me prgunta se poderia ficar pois eu já tinha mas tempo eu falei que tudo bem contando que ele me ajuda-se na arumação do quarto. então ele foi na casa dele apanhar algumas roupas e eu fui pro trabalho quando chego a noite encontro tudo arrumado em meu quarto ele virou e falou gostou eu disse que sim, então fui tomar um banho e fui jantar conversei um pouco com minha avó e fui pra cama me deitar, ele ficou conversando um pouco mas e vei se deitar eu me levantei e fui pegar um lençol pra ele, aí ele perguntou pra que nos poderiamos cobri com o mesmo lençol eu falei tudo bem então apaguei a luz e me deitei eu tinha o costume de me deitar pelado mas acabei botando uma cueca ai ele falou engraçado vovó falou que vc tem o costume de durmi pelado e está de cueca eu tbem costumo durmi pelado mas tbem estou de cueca e veja como ele fica e pegou minha mão e colocou encimma do pau dele que estava duro que nem uma pedra ai eu fiquei alizando por cima da cueca então ele colocou ele pra fora da cueca e começou a me alisar eu estremecia todo e lembrava da minha primeira vez com ele, ele tbem estava lembrando de tudo no meu ouvido e falava que estava cheio de saudade que me queria eu fiquei punhetando ele até que ele me virou de bruço e me enfiou sua pica toda em meu cúzinho que delicia isso tudo três anos depois, ele não trabalhava só eu isso nós ficamos umas três semanas fudendo gostoso quando um bela noite depois de fudermos bastante ele virou pra mim e disse que queria dinheiro eu falei que não ia dar pois eu dava minha bunda e meu cú pra ele por que eu o amava. Então ele falou que iria embora pra casa da mãe dele e nunca mas eu iria ter sua pica, no dia seguinte fui pro trbalho quando voltei encontrei um bilhete eu tbem te amo mas sem dinheiro não da tchau se quizer me procure.Nunca procurei ele mas os anos passaram eu já estava casado quando minha cunhada resollveu casar e mandou um convite pros meus familiares e quem apareceu em minha casa meu primo tudo estava uma bagunça pois todos resolveram se arrumarem na minha casa era fila pra tudo foi quando, minha mulher determinou que eu e meu primo foçemos os dois juntos pro banheiro enquato m tomava banho o outro fazia a barba, ai entramos e tiramos a roupas mas sem dar uma palavra eu fiquei de costa pra ele e fui fazer a barba quando ele chegou perto de mim e encostou aquilo que eu mas gostava eu fiz a barba com ele todo dentro de mim ele me chupava e falava no meu ouvido que foi muito burro e que eu poderia ter sido sua mulher pra sempre e que quando soube que eu ia casar quaze foi me pedir pra casar com ele hoje fico pensando nele estou doidinho pra da pra ele mas estamos longe ele se separou, arumou uma outra e veio no estado em que estou morando ele continua um tesão eu quero ele tanto, beijar , chupar e mas tudo esse homem foi o unico na minha vida 




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Quando o tesão é despertado

Sou o que se pode dizer de um homem normal, estou na faixa dos 40 anos, atualmente morando em Curitiba, tenho um bom emprego e uma boa vida social, hoje estou no segundo casamento, e tanto minha mulher, com a ex bem como meus amigos não suspeitam de minha bi-sexualidade. Prefiro ser assim, pois mesmo com toda a modernidade das pessoas existem muitas discriminações. Formado em Educação Física, sempre gostei de esportes, mas não sou do tipo sarado como dizem, atualmente afastado das atividades físicas pôr trabalhar em outro segmento, até ganhei uns quilinhos extras, o que não aparece muito em vista de eu ser alto (1.80m), sou muito vaidoso, tenho coxas grossas, uma bela bunda e sou bem dotado, dizem que sou gostoso. Na adolescência, tive muitas namoradas e também contatos com alguns amigos, que se não foram muitos, mudaram significativamente minha vida, despertando-me para o prazer com o mesmo sexo. Nesta época morando no interior do estado, vínhamos muito para Curitiba participarmos dos Jogos Escolares. Tinha um amigo que sempre achei um tesão, M. sempre fazíamos muitas brincadeiras e como estávamos fora de nossa cidade, procurávamos sair para curtir bons momentos. Certa noite após os jogos, estávamos comemorando num bar de um parque da cidade em uma turma, quando conhecemos uns caras com aparência distinta e depois de muita cerveja fomos convidados para uma festinha na casa de um deles. Chegamos em uma casa muito bonita, nestas alturas imaginamos o que seria a tal festinha, e o desejo de nossos anfitriões, que seriam homossexuais afim de um programa. Como estávamos em turma e afim de farra cada um foi encontrando seu par, em uma aproximação natural. Fiquei com um homem muito bonito, chamava-se Milton, devia ter seus 40 anos, logo cada par procurou um quarto, buscando mais privacidade. Milton, muito experiente, desde o início deixou-me a vontade, eu tinha no encontro o propósito de atuar como ativo e iniciamos uma troca de carícias procurando atiçar ainda mais nosso tesão, ele tinha uma bunda gostosa e um belo cacete. Depois de eu receber uma bela chupada, também procurei sem muita experiência colocar o pau de Milton em minha boca iniciando um 69, com muito tesão ele procurou ficar de bruços e eu busquei seu cuzinho, tentando comê-lo, mas não conseguia penetrá-lo, naquela época, eu tinha problema de fimose, depois operei e minha vida sexual mudou completamente. Foi quando Milton vendo que estava difícil a penetração pediu-me para ele me comer, elogiou minha bunda e disse que estava muito afim de mim, fiquei preocupado, pois até então não tinha transado com nenhum homem, apenas rolavam brincadeiras entre garotos, embora eu sempre tivesse a curiosidade de experimentar um belo cacete como aquele. Estava muito excitado e apesar de o pau de Milton ser bem grande e grosso, acabei deitando e empinando a bunda, dando-lhe sinal verde, ele veio pôr cima de mim passou um gel no meu cuzinho e no seu pauzão, em seguida iniciou uma penetração com muito carinho. Senti uma dor muito intensa no início, não estava acostumado com tal calibre, mas ele foi colocando devagar, esperando meu cuzinho acostumar-se com seu cacetão, a dor foi passando e ele usando toda sua experiência me comeu muito gostoso, logo eu estava rebolando e sentindo sua bolas baterem em minhas coxas, procurava empurrar a bunda contra seu pau, e gozei muito gostoso melando todo o lençol, ele gozou junto comigo deixando meu rabo cheio de porra. Ao sairmos do quarto e nos encontrarmos na sala da casa, meus amigos achavam que eu tinha sido o ativo, fato muito importante para a masculinidade da época, Milton elogiou muito meu desempenho, mas só nós dois sabíamos o que tinha rolado e como foi bom. Durante os Jogos Escolares estávamos alojados num colégio e dormíamos em colchões espalhados numa sala de aula, quem participou destes eventos sabe a farra que rolava, ao meu lado dormia meu amigo M. Tarde da noite, quando todos já estavam dormindo M. procurou-me e disse bem baixinho que estava com uma íngua, levando minha mão dentro de suas cobertas, logo pude constatar que a "íngua" era seu cacete que estava duro, ele procurou tocar-me também e sentiu meu pau endurecendo, o medo de que poderia estar alguém acordado deixou-nos ainda mais excitados, o tesão foi demais, o que aconteceu foi inesquecível, depois de masturbarmos um ao outro, virei de lado dando-lhe minha bunda, ele foi abaixando meu calção e colocou um dedo em meu buraquinho, sentiu que estava melado e perguntou o que era, como não existia segredos entre nós, contei-lhe a verdade: eu tinha dado para o Milton em nossa saída, ele pelo jeito ficou com mais tesão e pela segunda vez naquela noite fui penetrado, lubrificou seu cacete com a porra do outro, procurando não acordar ninguém transamos até de madrugada, depois desta experiência tive outros relacionamentos, foram bem poucos, procuro ser extremamente discreto e não é fácil encontrar pessoas para este tipo de relacionamento sem dar bandeiras, tenho voz e jeito de homem, mas entre quatro paredes... Existem outras histórias muito marcantes que passei e que com tempo, irei contar à vocês. Estou a disposição dos interessados para trocarmos e-mails e quem sabe...




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Comido pelo Tio

Nas minhas férias escolares pedi a meus pai para me deixarem passar o tempo na casa de um tio meu que mora no Rio de Janeiro. Um garoto do interior de São Paulo gostaria de conhecer as praias e tudo mais, além disto meu tio era solteiro e eu no auge de meus 18 anos gostaria de me divertir sem olhar dos pais. Lá chegando meu tio me pegou na rodoviária. Fomos até o seu apartamento que fica próximo à praia de Ipanema. Mais tarde um pouquinho saímos para ver a noite. Bebemos comemos e voltamos para casa. Ao chegar em casa meu tio se dirigiu para a sala de TV. Ligou o vídeo, e colocou umas fitas pornô. Me chamou para assistir. Fiquei com um tesão danado, pois nunca havia assistido aqueles filmes, muito mal tinha olhado revistas. Ao terminar o primeiro filme, meu tio me perguntou se queria ver outro mais forte. Respondi que sim. Ele colocou um filme gay. Quando começou eu disse "porra tio homem com homem é foda" ele me pediu paciência e disse que eu ia achar gostoso. Não é que o filho da puta tinha razão! Nós estavamos só de cueca e ele viu o volume da minha, e de repente ele arrancou a sua cueca e começou a se punhetar na minha frente. Porra meu tio se punhetando na minha frente. Eu olhava para o filme e para ele. A uma certa hora ele disse: - vem cá bate a punheta pro tio. - que é isso tio, tá me estranhando?- respondi - Não - ele me disse- só estou vendo teus olhos no meu pau. Vem ninguém vai saber de nada, serão férias incríveis. - Não sei não - Vem que eu sei que você está gostando do filme e da idéia. Não resisti ao apelo e sentei-me mais perto dele e coloquei a mão sobre o seu mastro quente e duro. Fiquei meio tímido mas depois comecei a mexer nele apertar segurar o saco e punheta-lo gostoso. Quando ele me disse - não é tão ruim? - não tio e até que eu estou gostando, e você, gosta do serviço que estou fazendo? - Poderia ser melhor- me respondeu ele - Como? Pede titio que eu faço direitinho - já estava agindo feito uma bichinha. - Chupa ele garoto, chupa meu pau com vontade, vai ser uma delicia para mim e para você. Olhei para ele meio assustado e, depois do susto, abaixei lentamente minha cabeça até meus lábios encontrarem a cabeça daquele pau que dei um beijo, passei a lingua em volta e logo em seguida comecei a engoli-lo bem lentamente, a cada centimetro da engolida eu para e chupava, como se um pirulito delicioso aquele membro fosse, só conseguia escutar meu tio gemendo, passando a mão em meus longos e loiros cabelos. Após engolir o que dava comecei a chupar naquela posição. Depois comecei a fazer um vai e vem gostoso como se ele estivesse fodendo minha boca, e estava. Depois lambia toda a extensão daquela pica. A esta altura eu já estava de joelho no sofá com a cabeça entre suas pernas e a bunda bem arrebitada, empinadinha. Enquanto eu chupava o saco dele e lambia o seu delicioso pau da base até a ponta ele arrancou minha cueca e começou a passar a mão na minha bundinha linda e virgem, ele colocou o seu dedo na portinha do meu cuzinho e ficou alisando sem tentar enfia-lo apenas fazendo movimentos circulares. Aquilo me deixava louco e eu engolia e chupava o seu pau com mais gosto, com mais tesão. De repente ele me puxa os cabelos me tirando de cima dele e me pede para esperar um pouco. Ele vai até o quarto e em poucos segundos volta com um pote de creme na mão. Senta-se no mesmo lugar e manda eu continuar. Agora eu já engolia aquela vara como um animal com fome. Ele começou a passar o dedo, da mesma maneira que antes, no meu cuzinho só que agora com um creme e alisava meus cabelos com a outra mão. De repente ele segurou firme meu cabelos e enfiou seu dedo em meu cu, quando tentei levantar-me sua mão me segurava ele dizia "calma, calma continua chupando,você vai gostar". E mais uma vez o filho da puta estava certo, depois de algum tempo já estava gemendo com aquele dedo enfiado em meu cuzinho e fazendo movimentos deliciosos de vai e vem, movimentos circulares. O tesão meu era tanto que comecei a chupa-lo como um louco, tirando e enfiando o pau dele na minha boca. Com movimentos rápidos que eram correspondido pelo seu dedo no meu cuzinho. Quanto mais rápido o movimento de seu dedo em meu cu mais rápido, o movimento da minha boca naquela pica. Até que ele me agaarou o cabelo novamente, fiquei a imagina o que ele iria fazer, quando ele disse: - vou gozar, porra! Eu não aguento mais segurar. Ai ! vou gozar você vai engolir tudo. Ao dizer isto segurou firme meus cabelos e começou a jorrar o seu leite na minha boca, no começo era uma sensação estranha e depois ficou deliciosa. Eu engolia com prazer toda aquela porra que ele soltava em minha boca. Quando ele gozou ele enfiou o dedo bem fundo no meu cú e diante daquela gozada e daquele dedo no cú acabei gozando sem nem sequer relar no meu pau. Depois disto tomamos banho e dormimos nus e juntos, de manhã antes de ele ir para o trabalho o fiz gozar na minha boca de novo, e ele me prometeu que aquela noite ele iria tratar bem do meu cuzinho, mas é outra história.




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Deus Grego

Certo dia, eu estava passeando pela orla marítima de Salvador quando avistei aquele gato ( olhos azuis, pele bronzeada, cabelos curtos negros, lábios carnudos vermelhos e muito másculo). Ele estava fazendo cooper de camisa regata azul exibindo seu tórax musculoso e de seu short branco apertado delineando suas pernas grossas com pêlos finos. Era realmente um deus grego. Logo pensei que ele não ia me dar bola mas resolvi investir. Afinal, não fico atrás. Sou branco, alto, cabelos e olhos castanhos, quase pretos, e corpo com tudo em forma. Quando olhei para aquela imensidão azul, dei uma piscadinha. Esperei por um fora, mas para minha felicidade, ele riu virando o rosto de lado como se estivesse me convidando a correr junto com ele. Prontamente estava ao seu lado, não pensei duas vezes. Chamei-o a um barzinho para podermos conversar melhor e tomar um drink. Ele estava totalmente suado e o suor escorria pela sua face deixando-me totalmente excitado. Olhei para os lados e percebi que ninguém nos observava, então alisei as coxas daquele atleta. Vi um sorriso sacana em seus lábios. Como morava ali perto, convidei-o para minha casa. Chegando em casa, ao fechar a porta nos beijamos loucamente. Aquilo não parecia que estava acontecendo. Entramos no quarto aos tropeços. Eu estava puto de tesão, louco para tirar nossas roupas. Primeiro tirei sua camiseta com a boca aproveitando para lamber seu peito musculoso e seu caminho de pêlos que davam voltas pelo seu mamilo. O short era o próximo passo, seu pênis fazia um volume enorme e isso me dava bastante prazer. Tirei delirando e vi que ele estava usando um sungão azul. Dei um beijo demorado em sua boca ao mesmo tempo em que alisava seu membro por cima do sungão. Ele estava totalmente entregue ao prazer. Tirei sua sunga com os dentes e pude ouvir seus suspiros. Pedi para se afastar um pouco para poder admirá-lo. Ele era simplesmente perfeito. Suas pernas grossas combinavam perfeitamente com seu peito musculoso. Seus ombros largos desciam estreitos para a cintura. Sua bunda era grande, dura, empinada e com a marca da sunga. Linda! Ao olhar para seu rosto podia ver suas suplicas para que eu continuasse com o trato. Sua boca era contornado por um cavanhaque delineado e fino. Tudo isto num corpo de um rapaz de 23 anos mas com aparência de um garoto de 19. Vendo-me ali parado a admirá-lo, caminhou em minha direção e me deu um beijo fazendo-me sentir seu pênis com cerca de 20cm já ereto. Bruno (isto mesmo, o nome dele era Bruno) agarrou-me e foi totalmente avesso ao que fiz. Arrancou a minha roupa com toda força para acabar com o seu sofrimento. Ele agarrou-me e pôs na cama. Era a vez dele me dominar. Foi de boca em meu peito e descendo foi de encontro ao meu pênis. Ele chupava ávido, engolindo meu pau. Puxei-o para mim e dei um beijo de agradecimento. Para retribuir fui fazendo minha trajetória: pescoço, ombros, peito (a parte mais sensual e atraente para mim) até ir de encontro a sua rola, que já estava vermelha de tão dura, e posteriormente ao seu cuzinho. Ali sim, vi Bruno gemendo de prazer ao fazer um cunete, ele estava punhetando freneticamente. Pedi para ele parar para não gozar. Continuei com minha exploração, aproveitando para apalpar o seu corpo. Voltei a chupar sua rola. Ele me virou para podermos fazer um 69, quase arrancamos nossos genitais de tanto desejo. Virei-o de bruços e pedi para ficasse de quatro para poder penetrá-lo. Queria tê-lo já! Dei uma bela cuspida em seu ânus para dar uma certa lubrificação. Tentei colocar a chapeleta do meu pau. Como era apertado! Fui fazendo uma um vai-e-vem devagar para que seu cuzinho adaptasse ao meu pau até pegar um ritmo bem louco. Bruno gemia tanto, uma mistura de dor com prazer, então tentava abafar seus gemidos com meus beijos. Dei uma paradinha , virei-o de frente colocando suas pernas sobre meu ombro. Continuei com a penetração e nessa posição a penetração é bem profunda, chegando até o saco. Bruno gemia alto ao mesmo tempo em que punhetava-se. Acalmava-o dando beijos em sua boca e em seus mamilos, além de sentir seu pênis duro pulsando sobre meu ventre. Retirei minha rola daquele cu apertado e deitei-me no chão. Bruno sentindo minha intenção sentou sobre meu caralho. Pude observá-lo melhor cavalgando sobre mim. Estava prestes a gozar, quando ele masturbando-se gozou intensamente sobre o meu peito e eu vendo aquilo gozei loucamente. Demorei para retirar meu pau de sua bunda pois estava aproveitando para dar-lhe um beijo em retribuição a tudo. Retirei meu pênis de dentro dele e nos abraçamos para dormimos um pouco, eu sobre o peito dele. Quando acordamos estávamos pronto para mais. Quis satisfazer uma fantasia, pedi para ele vestir seu sungão e fui vestir o meu. Daí fomos para o banheiro. Abri o chuveiro e puxei-o para mim. Estávamos sob o chuveiro, agarrando um ao outro, sentindo os nossos corpos em contato, peito com peito, pênis com pênis. Naquele roça-roça louco, virei-me de costas e pedi para roçar em minha bunda. Estava delirando de prazer sentindo a pressão do seu membro em minha bunda. Não agüentando mais me ajoelhei e arranquei seu sungão com a boca e pude ver suspirar ao chupá-lo de cima a baixo. Fui subindo para lamber seu peito com muito prazer. Até que encontramos nossas bocas. Ele me deu um grande presente fez o mesmo comigo. Ao arrancar minha sunga, ele chupou avidamente minha rola pra depois passar ao meu cuzinho, aliás ele estava fudendo meu cu com a sua língua. Não agüentando mais pedi para me penetrar, apesar de ser mais ativo estava morrendo de desejo de ser penetrado por aquele gato. Eu vi um brilho especial em seus olhos. A partir daí partiu para a ação. No início doeu pois o pênis de Bruno é grande e cabeçudo, mas foi relaxando a medida em que as estocadas iam aumentando até que a penetração ficou fácil. Gemi muito mas no fim senti um imenso prazer, em quatro paredes vale tudo. Senti que ele gozou dentro de mim. Querendo me satisfazer mais ainda, ele me chupou até gozar engolindo todo meu gozo para meu delírio. Abraçamos e tomamos um banho como nenhum outro. Um ensaboando o outro. Prometemos um bis para outro dia. Se você gostou dessa história, mande-me uma mensagem. Quem sabe não você não é o protagonista da outra história.?!!! 





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Aproveitando a sorte

As vezes o que era para ser apenas um desejo acaba virando realidade. O que passo a relatar agora aconteceu conosco há cerca de dois anos e foi o nascer de uma amizade muito forte. Somos o que pode se definir como um casal bonito, jovem e descomplicado, vivendo intensamente uma relação franca e cheia de erotismo, que já dura oito anos. Moramos em um condomínio pequeno e que acabou por nos reservar uma grata surpresa: Gil, um moreno de 22 anos, corpo atlético e jeito de adolescente, que cativava por sua simpatia. Como somos visinhos de apartamento, logo nasceu uma amizade. Ele, sempre disposto a ajudar no que fosse solicitado, tinha acesso livre em nossa casa, onde inclusive trazia suas namoradinhas para que nós conhecêssemos. Em uma noite enquanto transava com minha mulher, ela perguntou o que eu achava de Gil. É um bom rapaz, respondi. Ela me confessou que achava ele um tesão e que já sonhara várias vezes sendo penetrada por aquele garoto. Eu estimulei ela a contar seus sonhos o que acabou por esquentar nossa transa. Tudo bem, eu disse meio que por brincadeira, desde que eu esteja presente e também participe da festa. Falamos sobre o seu corpo bem definido e sem pêlos, sobre sua simpatia e beleza juvenil, e ambos concordamos que ele ainda deveria ser virgem. E ficou só nisso. Uns quinze dias depois, o dono do escritório premiou nossa equipe por sua produtividade, deixando o dia livre. Voltei para casa pensando em finalizar um projeto em que estava trabalhando. Chegando em casa encontrei roupas de homem jogadas na sala: calça jeans, camiseta, tênis e uma cueca. Na hora eu imaginei o que estava acontecendo, mas quem estaria traçando minha mulher? Ao caminhar em direção ao quarto, tropecei em uma cadeira fazendo um enorme barulho. Corri até o quarto e abri a porta, quando me deparei com Gil, sozinho, tentando esconder sua nudez com uma calcinha entre as mãos. Não acreditei no que vi: aquele garoto era mesmo um tesão. Percebi que minha mulher se escondera no closed e resolvi tirar proveito da situação. Perguntei o que ele estava fazendo ali, pelado no meu quarto, segurando aquela calcinha. Ele estava mudo e eu insisti. Gosta de usar calcinha seu safado? Acho que por medo, mas ele acabou por confirmar com a cabeça. Então veste para eu ver, ordenei. Precisei ordenar duas vezes, mas ele, mesmo cabisbaixo, acabou por obedecer. A calcinha, vermelha e bem pequena ressaltou o seu volume entre suas pernas, deixando-o ainda mais gostoso. Vire-se, ordenei novamente. Ele virou e eu pude ver como sua bunda era perfeita. Eu chegei por trás, encoxei-o e antes que ele pudesse reagir, abraçei-o pela cintura. Firmei uma mão em sua barriga e a outra enfiei na calcinha, envolvendo todo o seu pau, que de imediato deu sinal de vida. Ele tentou escapar mas eu segurei firme e disse que ele ficasse quieto, ou todo mundo iria saber que ele adorava usar calcinhas. Brinquei com seu pau, já totalmente duro, enquanto forçava minha respiração bem próximo ao seu ouvido. Percebi que apesar do medo ele começava a gostar da situação. Então joguei o meu corpo sobre o seu, caindo sobre ele em cima da cama. Ele permanecia sem reação. Então eu comecei a beijá-lo na nuca e quando percebi que ele já estava entregue à situação, fui beijando suas costas até chegar à sua bunda. Tirei a calcinha e enfiei a lingua entre suas carnes, lubrificando o seu cuzinho. Quando eu coloquei o meu pau entre sua bunda ele novamente ameassou reagir e eu disse um ríspido "não". Você agora será meu, insisti. Puxei o seu quadril um pouco para cima e comecei a forçar a entrada. Ele colocou a cabeça entre os travesseiros e acabou por ajudar a penetração, rebolando e empurrando sua bunda em minha direção. Foi preciso pouco tempo para enterrar todo o meu pau dentro daquele garoto maravilhoso, que gemia de prazer. Sem tirar o meu pau de dentro do seu cu, coloquei-o de quatro e enquanto acelerava meus movimentos, iniciei uma punheta em seu pau. Gozamos juntos e ele desabou na cama, mas eu queria mais. Coloquei ele de frente, na posição de frango assado, e ao retomar a penetração percebi que ele estava com os olhos fechados e o semblante carregado. Com o meu pau ainda atravessado em suas carnes, chamei o seu nome delicadamente. Só então ele me olhou nos olhos, que estavam cheio de lágrimas. Ele perguntou se iria guardar o nosso segredo, o que garanti de imediato. Ele esboçou um leve sorriso e eu selei nossa amizade com um beijo em sua boca, retribuído com muito tesão. Gozei novamente. Depois, quando ele foi embora, entrei no closed e perguntei para minha mulher o que ela tinha achado. Ela estava com um consolo dentro de sua buceta, disse que gozou várias vezes imaginando participar da brincadeira e que queria ser penetrada como eu havia feito com Gil. Sem deixar escapar o consolo, ela ficou de quatro oferecendo o seu cuzinho para mim. Eu não perdoei e acabamos por gozar juntos. Gil ficou uns dias meio envergonhado, nos evitando, mas acabou retomando nossa amizade e de uma forma muito mais intensa. Eu acabei descobrindo o que minha mulher já sabia há algum tempo, que ele é um amante maravilhoso, e que se mostrou excelente também como ativo em nossa relação. Mas essa é uma outra história que contarei depois 






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Trepando com o sogrão

Estou namorando uma gatinha linda, ela tem 18 aninhos, com um corpinho maravilhoso, peitinho empinadinho e durinho, perninhas grossas e um bumbum de enlouquecer. Sempre que estamos juntos percebo os olhares para ela. Seus pais são pessoas muito agradáveis, especialmente o pai. Ele tem 36 anos, é engenheiro e adora malhar e jogar futebol. Talvez por isso tenha um físico de garotão. Patrícia diz que sempre que estão juntos, todos pensam que são namorados. Sua mão tem 35 anos e também é lindíssima. Alta, corpo muito bem definido, tipo mulherão de parar o trânsito. Ela é sempre muito gentil comigo. Mas o pai de Patrícia, o seu Marcos, desde que nos conhecemos, pouco tempo depois que comecei a namorar sua filha, passou a me acompanhar todo sábado ao clube para uma pelada. Isso fez com que ficássemos cada vez mais próximos. No início eu estranhava como um cara com 12 anos a mais que eu curtisse minha companhia. Mas não me preocupava com isso, pois ele era um cara muito bacana e sempre conversávamos muito, enfim, nos dávamos muito bem. Além disso ele significava para mim uma espécie de modelo de vida, um cara bem sucedido, um bom profissional, bonitão, um físico invejável e uma aparência bem jovial. Uma vez lhe disse que admirava seu jeito e que quando estivesse mais velhos gostaria de ser como ele. Então ele ponderou que não era tão velho assim, apenas havia casado muito cedo, mas que isso não o impedia de viver sua vida. Nessa conversa fomos caminhando para o vestuário e ele me chamou para tomarmos uma água de coco na cantina e aí conversamos sobre muitas coisas. Ele aproveitou para me sondar, achei que ele estava querendo saber se eu e sua filha andávamos trepando, mas ele foi muito discreto e eu também. Para minha surpresa, ele reagiu bem à notícia de que sua filhinha não era mais virgem e que eu não era o primeiro na vida dela. Muito pelo contrário, afirmou que isso o deixava feliz e mais ainda em saber que ela sabia escolher bem seus namorados. Disse isso pousando a mão sobre minha perna por debaixo da mesa, bem na parte superior da coxa e dando um leve aperto. Aquele toque me passou uma certa intimidade entre nós, mas não achei nada de mais, afinal, há meses vínhamos nos aproximando, era natural que se sentisse tão à vontade comigo. Mas o fato é que percebi em seu olhar um brilho especial e o que me deixou mais confuso ainda foi o que senti com seu toque. Quando ele tirou sua mão, isso uns cinco segundos depois, eu queria que ele ficasse com a mão ali, ou até mesmo que me abraçasse e minha reação foi segurar seu ombro daquele jeito meio de macho pra macho e empurrar-lhe dizendo: “Vamos pro chuveiro, senão a gente fica sem almoço”. Quando chegamos no vestuário, quase todo mundo já havia saído, apenas dois caras ainda estavam lá, mas já estavam vestidos e apenas ajeitavam o cabelo na frente do espelho. Entramos logo no banho. No vestuário não havia divisórias, apenas uma bateria de chuveiros um ao lado do outro, de modo que tomávamos banho lado a lado, sem problemas. Mas naquele dia eu percebi que o seu Marcos estava diferente. Eu até o achei mais jovem, mais brincalhão. De repente encontrei seu olhar no meu e então reparei que o verde de seus olhos era muito bonito. Nunca havia reparado naquilo e saiu naturalmente: “Nossa! Seus olhos são muito bonitos, a mulherada deve ficar louca!” Então ele disse que a mulherada e os homens também. Rimos e reparei que estávamos sós no vestuário. Então, sem mais nem menos ele virou e disse: “E você tem uma vara fenomenal, minha filha deve sofrer na tua mão”. Eu, meio constrangido, até porque o pau dele era bem maior que o meu, disse: “Se o meu é fenomenal, o teu é o que então?” Então ele respondeu: “Olha aqui, o meu não é tão grande assim...” Foi aí que notei que o seu pau estava duro. Quando vi aquilo senti um frio na barriga, uma sensação esquisita, mas não deixei de olhar bem aquele pau. Não estava muito duro, o prepúcio cobria a metade da glande, estava já quase na horizontal, e estava mais grosso também, só aí foi que reparei que o pau do cara era realmente um belo cacete, devia ter uns 20 cm quando ficasse duro de vez. Fiquei imaginando a dona Letícia sentando naquele pauzão e cavalgando seu marcos, tudo isso olhando pro pau do meu sogrão. Não conseguia impedir que meu pau também ficasse duro, só que o meu ficou empinado para cima. Seu marcos também o olhava com um leve sorriso no rosto, até que quebrou o silêncio: “É, minha filhinha deve estar toda arrombadinha por causa dessa rola, seu puto!”. “Imagina a dona Letícia”, disse eu. Caímos na risada e terminamos o banho os dois ali, ainda com o pau duro, fomos os dois nos secar. Não falamos mais nada. Fomos embora juntos como sempre. Seu Marcos me deixava em casa todo sábado depois do jogo. Só que nesse sábado fizemos a viagem calados. Quando parou no meu portão, seu Marcos pôs de novo a mão na minha coxa, só que agora bem mais acima, quase atingindo meu pau inexplicavelmente ainda duro e convidou-me para passar na sua casa do domingo de tarde, pois Patrícia e sua mãe iriam num Chá-de-panela de uma amiga da família e ele queria aproveitar para instalar um ventilador de teto. Eu disse que tudo bem. No dia seguinte, no horário combinado, lá estava eu tocando o interfone. Quando entrei, seu Marcos abriu a porta da sala para mim só de cueca. Ele perguntou se eu não queria por um short seu para não sujar minha bermuda. Eu aceitei e fomos no seu quarto buscar. Ele pegou a peça e jogou para mim e disse para eu botar. Prontamente, baixei minha bermuda e quando estava vestindo o short seu Marcos passou por mim e passou a mão na minha rola e perguntou se não estava durinha como ontem. Eu fiquei meio nervoso, mas resolvi encarar com naturalidade, e fomos colocar o tal ventilador. Só que seu Marcos pediu para eu segurar a escada e ele subiu, de modo que meu rosto ficou na altura do seu pau e pude ver que o bicho estava em pondo de bala. Então resolvi brincar com ele da mesma forma que brincou comigo minutos antes, passei a mão e disse: “É, isso aqui está duro como só, heim, ta pior que ontem!”. Então ele na maior naturalidade botou o bichão para fora e eu fiquei olhando para tudo aquilo sem saber o que fazer, mas bem que estava gostando. Era uma cena no mínimo esquisita eu ali segurando a escada e meu sogro trepado com o pau para fora, bem em frente ao meu rosto. Eu sentia até o cheiro daquela rola e não sei onde eu estava com a cabeça que perguntei se quando puxava o prepúcio doía (afinal, como sou circuncidado, não sabia). Ele disse que não, que eu podia puxar que não tinha problema. Movido por uma vontade incontrolável, segurei aquela vara suavemente e puxei o prepúcio, fazendo a cabeça meladinha sar todinha para fora. O cheiro da vara de meu sogro ficou mais forte. Ele desceu da escada e pegou meu pau, botou para fora do short e começou e punhetá-lo. Depois me chamou para o quarto, me empurrou para a cama, deitou e começou a me chupar na maior. Quase que automaticamente, também abocanhei sua vara e ficamos os dois nos chupando ali por um bom tempo. De repente senti que seu Marcos começou a passar a língua pelo meu saco, virilha e desceu até meu rego, passando a língua em volta do meu anel e depois passou a meter a língua no meu cu, que piscava feito louco enquanto eu o chupava gemendo de tanto tesão. Eu melei meu dedo de saliva e comecei a massagear seu anelzinho e depois a meter meu dedo no seu cu enquanto o chupava. Meu sogrão começou a gemer, a rebolar quando eu metia o dedo, até resolvi meter dois dedos e ele ficou mais excitado. Meti mais um e fiquei com meus três dedos no seu cuzão e chupando seu pau e ele gemendo feito doido, lambendo meu cu. Depois resolveu fazer o mesmo comigo e começou a meter o dedo em mim e voltou a chupar meu pau. A essa altura já estávamos completamente entregues e começamos a dar sinais de gozo. Logo, logo começamos a estremecer juntinhos e gozamos um na boca do outro. Foram tantos jatos de porra que fiquei com a boca toda melada e o seu marcos também. Depois nos beijamos na boca com a cara melada de porra. Descansarmos um pouco e então ele me alertou que teríamos que nos arrumar e instalar o ventilador, senão nossas mulheres chegariam e poderiam desconfiar que algo estava errado. Eu disse que queria comer aquele cuzinho gostoso dele mas ele disse que naquele dia não. Disse que eu deveria ter calma que ele ia dar jeitinho durante a semana da gente ir para um lugar onde a gente pudesse trepar à vontade.






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domingo, 29 de junho de 2014

Filmando Pra Web - Pau Gostoso



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sábado, 28 de junho de 2014

ENVIE O SEU FLAGRA: Leandro tomando banho!!!

Anônino,
E-mail:
 vgkdiscreto@gmail.com

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sábado, 7 de junho de 2014

Chat 2.0 com WebCan!

Chat 2.0 - Com WebCan e Microfone


quarta-feira, 4 de junho de 2014

Gostosos que Acessam o Flagra Man - Uriel Castello

Hey galera, sou um visitante novo do chat e fiz essa arte aqui e pensei em mandar para uma " avaliação " dos gatos do blog, vocês podem postar?
rs





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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Aproveitando do Primo Bêbado


Flagrado pelo MSN


Flagrou o Primo na Punheta



Outro Pego no Flagra Atrás da Obra